Pesquisa e educação para um envelhecimento e um final de vida com dignidade.

A FAPEF VIDA é uma fundação dedicada a produzir e compartilhar conhecimento sobre o envelhecimento e o final da vida, contribuindo para ampliar e qualificar o debate sobre esses temas na sociedade brasileira.

Conheça a FAPEF VIDA

/SOBRE A FAPEF

A FAPEF VIDA nasce do compromisso de ampliar o conhecimento sobre o envelhecimento e o final da vida, aproximando a pesquisa científica, a educação e o debate público de questões fundamentais para a sociedade brasileira.

O aumento da longevidade traz novas questões sobre saúde, cuidado, autonomia e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, refletir sobre o final da vida ainda é um desafio para muitas pessoas, famílias e profissionais. Acreditamos que o acesso à informação e o diálogo são fundamentais para enfrentar essas questões com respeito e dignidade.

A Fundação está sendo construída com uma perspectiva interdisciplinar, reunindo diferentes áreas do conhecimento para contribuir com a formação de pessoas, a circulação de evidências científicas e o desenvolvimento de políticas públicas mais atentas às necessidades da população.

/importância

Viver mais, cuidar melhor: desafios do nosso tempo.

15,6%

População idosa

Pessoas com 60 anos ou mais já representavam 15,6% da população brasileira em 2022.

IBGE, Censo 2022.

20,4%

Autonomia e cuidado

Parcela de pessoas idosas com dificuldades para realizar atividades básicas do cotidiano.

ELSI-Brasil/Fiocruz, divulgado pelo IREE.

625 mil

Cuidados paliativos

Pessoas que, segundo estimativa divulgada em 2024, necessitavam desses cuidados no Brasil.

Ministério da Saúde, 2024

/para quem

Uma atuação interdisciplinar, conectando conhecimento, cuidado e sociedade.

Pacientes Familiares e cuidadores Pesquisadores Profissionais da saúde Educadores Sociedade Gestores públicos

/pilares de atuação

Conhecimento, diálogo e compromisso com a dignidade

A atuação da FAPEF VIDA se organiza em quatro pilares complementares, que articulam diferentes saberes e perspectivas sobre o envelhecimento e o final da vida.

Pesquisa

Promover a produção de conhecimento científico sobre o envelhecimento e o final da vida, considerando suas dimensões sociais, culturais, éticas e de saúde, e valorizando a pesquisa interdisciplinar.

Educação

Ampliar o acesso ao conhecimento e contribuir para a formação de profissionais e da sociedade, estimulando reflexões e práticas fundamentadas em evidências, respeito à autonomia e dignidade humana.

Políticas Públicas

Contribuir para o debate e o aprimoramento de políticas públicas relacionadas ao envelhecimento e ao final da vida, aproximando o conhecimento científico das decisões que afetam a vida das pessoas.

Comunicação

Promover uma discussão pública mais informada e acessível sobre o envelhecimento e o final da vida, produzindo conteúdo e estimulando o diálogo, a circulação de conhecimento e a reflexão sobre temas ainda cercados de dúvidas e tabus.

/Como pensamos

Diferentes saberes para compreender o envelhecimento e o final da vida

A FAPEF VIDA parte de uma perspectiva interdisciplinar, orientada por evidências científicas, respeito à autonomia e compromisso com a dignidade humana. Sua proposta é aproximar a produção de conhecimento das necessidades da sociedade e contribuir para o desenvolvimento de iniciativas que respondam aos desafios do envelhecimento e do final da vida.

Pesquisa aplicada

Investigar questões concretas relacionadas ao envelhecimento e ao final da vida, considerando as experiências das pessoas, as condições de cuidado e os contextos sociais em que estão inseridas. A pesquisa aplicada permite identificar necessidades, produzir evidências e contribuir para o aprimoramento de práticas e políticas.


Formação e educação

Contribuir para que profissionais, pesquisadores, cuidadores e a sociedade tenham acesso a conhecimentos atualizados e possam refletir sobre questões relacionadas ao envelhecimento, à autonomia, à comunicação e aos cuidados no final da vida.


Informação e diálogo público

Ampliar a circulação de informações confiáveis e estimular conversas sobre temas que envolvem o envelhecimento, a finitude, as decisões de cuidado e os direitos das pessoas. Uma comunicação clara e sensível pode contribuir para enfrentar desinformação, preconceitos e barreiras culturais.


Articulação e políticas públicas

Aproximar a pesquisa e o debate público dos processos de formulação e aprimoramento de políticas relacionadas ao envelhecimento e ao final da vida, valorizando a participação social, a colaboração entre instituições e as necessidades da população.


O cuidado envolve escolhas individuais e compromissos coletivos.

Da autonomia de cada pessoa às políticas públicas, há muitas formas de promover a dignidade no final da vida.

/artigos

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